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Infanto-juvenil

Lá fora

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TÍTULO
Lá fora
AUTORES(AS)

Maria Ana Peixe Dias

Inês Teixeira do Rosário

Ilustrações de Bernardo P. Carvalho

SINOPSE

De quem será esta pegada?
O que faz aqui esta minhoca?
Será um sapo ou uma rã?
Como se chama esta árvore?

Mesmo que moremos numa grande cidade, existe sempre natureza lá fora: nuvens e estrelas, árvores e flores, rochas e praias, aves, répteis ou mamíferos.
O que esperamos então?
Saltemos do sofá e iniciemos a exploração!

Criado com a colaboração de uma equipa de especialistas portugueses, este livro pretende despertar a curiosidade sobre a fauna, a flora e outros aspetos do mundo natural que podem ser observados em Portugal. Inclui também propostas de atividades e muitas ilustrações, para ajudar toda a família a ganhar balanço, sair de casa e descobrir – ou simplesmente contemplar – todo o mundo incrível que existe “Lá fora”.

DISPONIBILIDADE
Disponível
ANO
2014
ISBN
978-989-8145-81-9
TIPOLOGIA
Infanto-juvenil
EDITORA
Planeta Tangerina
biografia

Maria Ana Peixe Dias

Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1976.
Formou-se em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde também se doutorou com um estudo sobre as aves limícolas do estuário do Tejo (sobretudo as que gostam de voar ou correr ao sabor das marés).

Embarcou depois noutras aventuras, até às ilhas remotas das Selvagens e das Desertas, para aprender mais sobre a migração de aves marinhas, como as cagarras ou as almas-negras. Mais recentemente migrou ela própria para uma outra ilha do Atlântico – a da Grã-Bretanha – para trabalhar numa Organização-Não-Governamental de Conservação da Natureza chamada BirdLife International.

Viveu quase toda a sua vida em Oeiras, onde desde cedo se interessou pelos malmequeres e caracóis que encontrava nos terrenos baldios perto do prédio onde morava ou na estação agronómica nacional, ali bem próxima.
Foram talvez estas primeiras explorações, juntamente com os muitos livros com que cresceu, as bases da sua paixão pela ciência, e pela Biologia em particular.

 

 


 

Inês Teixeira do Rosário

Nasceu em Lisboa em 1973, mas aos 3 anos mudou-se para o Alentejo, onde descobriu o sabor de viver ao ar livre, completamente à solta.
Deve ter sido aí, na rua, entre campos e barragens que começou a apreciar a natureza.

Da escola lembra-se de gostar de quase tudo. E quando lhe perguntavam “o que queres ser quando fores grande?”, encolhia os ombros indecisa.
Depois de muito pensar, lembrou-se dos campos alentejanos e de toda a bicharada da infância e finalmente decidiu-se: entrou na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Biologia e mais tarde se doutorou em Ecologia. Nunca se arrependeu.

Estudou répteis, anfíbios e mamíferos. Observou como os camaleões usam os locais onde vivem, fez mapas dos lugares por onde os bichos andam, dos seus ninhos, comportamentos e habitats, etc. Trabalhou em consultoria ambiental, participou em estudos de impacto ambiental e monitorizações ecológicas.

No centro do seu doutoramento esteve um rato: o rato-de-cabrera, uma espécie vulnerável e endémica da Península Ibérica.
Hoje, para além de ratos, morcegos ou camaleões, continua a gostar de muitas outras coisas e à procura da mais especial de todas para fazer.

 

 


 

Bernardo P. Carvalho

Aos 5 anos, ofereceram-lhe o disco do Jardim Jaleco e nunca mais voltou a ser o mesmo.

Terá sido por essa altura que começou a subir à prateleira do pai para ler todos os livros de banda desenhada que encontrava.
Aos 10 anos atropelou uma velhota quando ia lançado na sua bicicleta amarela e esta recordação, assim como os remorsos e a culpa, nunca mais o largaram.

Aos 16 anos conheceu a Isabel e a Madalena que lhe deram a conhecer as vicissitudes de uma vida intelectual.

Aos 17 anos, os testes psicotécnicos indicaram “92% ar livre”.

Aos 19 anos, entrou para o Curso de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. A certa altura resolveu sair (os testes psicotécnicos tinham razão).

Por essa altura fez o Curso de Desenho na Sociedade de Belas Artes.
Aos 22 anos entregava empadas em cafés numa carrinha. Quem o conheça não terá dificuldade em adivinhar a causa do despedimento (“esmagamento e furto de empadas” constava no processo). Foi assim que começou a sua carreira de desenhador.

Em 1999, fundou o Planeta Tangerina.

Desde então ganhou vários prémios:
BolognaRagazzi Awards (Non-fiction, 2019 / Opera Prima, 2015); Gustav Heinemann Peace Prize (Germany, 2017); Menção Honrosa no “Best Book Design From All Over the World” da Leipzig Foundation; “Melhor álbum ilustrado” no Deutscher Jungendliteraturpreis (2017), “Melhor Livro Editado” no CJ Picture Book Festival da Coreia; Prémio Nacional de Ilustração 2009 e 2020; “Melhor Livro” Banco del Libro (Venezuela); Nomeação para a Lista de Honra do IBBY.

Os seus livros estão publicados em mais de 25 países.

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