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Estudo

Les variations Darwin

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TÍTULO
Les variations Darwin
AUTORES(AS)

Jean-François Peyret, Alain Prochiantz

SINOPSE

Um homem de teatro; um homem de ciências.

Darwin, Kafka, Nietzsche, o macaco, o cérebro, o lugar do homem na natureza, a vida, os OGM, as novas formas de procriação, o computador.

Actores, um palco, textos que se deslocam e se respondem.

Jen-François Peyret e Alain Prochiantz dão testemunho da matéria viva de que se servem para criar teatro.

Aqui encontraremos as partituras dos seus últimos dois espetáculos des chimères en automne e Les Variations Darwin, mas sobretudo um eco directo de um processo de criação único no seu género.

DISPONIBILIDADE
Disponível
ANO
2005
ISBN
978-2-7381-1559-4
TIPOLOGIA
Estudo
EDITORA
Odile Jacob
biografia

Jean-François Peyret, Alain Prochiantz

Jean François Peyret

Jean François Peyret, nascido em 1945, é encenador e professor universitário (Institut d’études théâtrales da Université Paris III – Sorbonne Nouvelle, até 2008). Entre 1982 e 1994, criou com Jean Jourdheuil uma quinzena de espetáculos (escrita, tradução e encenação) a partir de textos não-dramáticos, de Montaigne a Lucrécio, mas sobretudo sobre a obra de Heiner Müller.

Em 1993-1994, tem a seu cargo, junto com Sophie Loucachevsky, o Théâtre Feuilleton no Théâtre National de l’Odéon. Neste quadro criou vários espectáculos sobre Franz Kafka. Entre 1995 e 2000, em residência na MC93 de Bobigny, apresentou um ciclo de espetáculos: a trilogia de Traité des Passions, seguida de Un Faust-Histoire naturelle (escrito com Jean-Didier Vincent), e de espectáculos em torno de Alan Turing (Turing-machine, Histoire naturelle de l’esprit – suite & fin-), terminando este período com Projection privée/Théâtre public sobre poemas de Auden, no Théâtre de la Bastille. O seu Le Traité des formes (em colaboração com Alain Prochiantz), é uma reflexão fantástica em torno do vivo e do artificial, do corpo e da máquina, uma variação sobre o tema do destino tecnológico da humanidade que teve por pretexto as obras de Ovídio e Darwin. Esta pesquisa foi seguida por Le cas de Sophie K (criado em Avignon em 2005 e reposto no Théâtre National de Chaillot em 2006), um ensaio sobre a obra e destino da escritora e matemática russa Sophie Kovalevskaïa. O espetáculo Tournant autour de Galilée, em colaboração com Françoise Balibar e Alain Prochiantz, estreou no Théâtre National de Strasbourg de 28 de Fevereiro a 16 de Março de 2008, e esteve depois no Théâtre National de l’Odéon de 27 de Março a 19 de Abril de 2008. O espetáculo com que deu continuação a este estudo sobre Galileu, criado em colaboração com Alain Prochiantz, Ex vivo/In vitro (Théâtre National de la Colline, 17 de Novembro a 17 de Dezembro de 2011), teve a reprodução medicamente assistida e os problemas de filiação que gera, por pretexto.

O seu projecto seguinte, e que teve Walden de Thoreau por material, recebeu o apoio da Empac (E.U.A.), do CECN (Bélgica), do Théâtre Paris Villette (França), do Fresnoy – Estúdio Nacional de Arte Contemporânea, do La Colline – Théâtre National, da Chartreuse de Villeneuve lez Avignon, e do Festival d’Avignon. A sua versão em instalação foi criada no Panorama no Fresnoy em Junho de 2010 e reposto como exposição individual, Walden Memories, em Fevereiro – Março de 2013. A performance musical foi criada no Empac, em 2010, e apresentada em Fevereiro de 2012. O espetáculo Re : Walden, depois de ter tido pré-estreia no Théâtre-Paris-Villette em 2010 e 2011 (Festival Open), foi apresentado em Julho de 2013 no Festival d’Avignon e posteriormente reposto no La Colline – Théâtre National em Janeiro e Fevereiro de 2014.

O seu último espetáculo, Citizen Jobs, funcionou como a segunda parte, com Re:Walden, de um díptico americano. Apresentado no 104 (em Paris) em Março de 2015, e reposto no Théâtre Vidy-Lausanne e em tournée em 2016.

 


 

Alain Prochiantz

Nascido a 17 de Dezembro de 1948, em Paris, Alain Prochiantz é investigador em neurobiologia e professor no Collège de France, de que foi também director entre 2015 e 2019. Tendo estudado na École normale supérieure, depois de tese no campo da tradução genética (1976), começou trabalho na àrea da neurobiologia com Jacques Glowinski, tendo-se tornado investigador e mais tarde director de investigação do CNRS. Foi nomeado director do Departamento de Biologia da École Normale Supérieure, fuções que desempenhou até 2006 quando passou a ser titular da cadeira de Processos Morfogenéticos no Collège de France. É, desde Novembro de 2003, membro da Academia Francesa de Ciências, e presidente do Comité de Investigação da Fundação para a Investigação Médica (FRM). Recebeu em 2011 pelo seu trabalho o Grand Prix de l’Inserm.

Prochiantz é também autor de numerosos livros e artigos científicos sobre o cérebro, e participa frequentemente em produções de teatro científico com Jean-François Peyret.

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