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Estudo

Proust was a Neuroscientist

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TÍTULO
Proust was a Neuroscientist
AUTORES(AS)

Jonah Lehrer

SINOPSE

Neste livro brilhante e provocador, Jonah Lehrer explica que no que toca a compreensão do cérebro, a arte chegou lá primeiro. Partindo de um grupo de celebrados escritores, pintores e compositores, Lehrer mostra como artistas têm descoberto verdades acerca da mente humana – verdades reais e tangíveis – que a ciência só agora está a redescobrir. Ficamos a saber, por exemplo, como foi Proust o primeiro a revelar a falibilidade da memória; como George Eliot percebeu a maleabilidade do cérebro; como Cézanne resolveu as subtilezas da visão; e como Virginia Woolf penetrou nos mistérios da consciência. É um fascinante conto sobre a Arte superar a Ciência uma e outra vez.

DISPONIBILIDADE
Disponível
ANO
2007 (Ed. 2012)
ISBN
978-0-85786-231-0
TIPOLOGIA
Estudo
EDITORA
Canongate Books
biografia

Jonah Lehrer

Jonah Richard Lehrer nasceu a 25 de Junho de 1981, no bairro de Los Feliz, em Los Angeles. Fez o ensino secundário na North Hollywood High School.Formou-se em neurociências na Universidade de Columbia, onde trabalhou no laboratório de Eric Kandel a “examinar os processos biológicos da memória e o que acontece no cérebro ao nível molecular quando alguém se lembra ou esquece de informação. Ainda em Columbia, Lehrer contribuiu para o periódico Columbia Review, de que foi editor durante dois anos. Recebeu uma bolsa Rhodes em 2003, tendo entrado no Wolfson College, em Oxford, onde estudou filosofia e literatura do século XX (ao invés da filosofia, fisiologia e psicologia, que tinha planeado estudar).

Escreveu para o The New Yorker (de 2008 a 2012), a Wired (de 2010 a 2012), a Scientific American Mind ( de 2008 a 2009), a Grantland, o The Wall Street Journal e para o The Boston Globe, assim como para o jornal Nature e para a revista Seed. Contribuiu como editor para várias publicações, incluindo Scientific American Minds (de 2009 a 2012) e RadioLab (38 episódios entre 2007 e 2012).

É autor de três best-sellersProust Was a Neuroscientist (2007), How We Decide (2009), e Imagine: How Creativity Works (2012). Os últimos dois foram retirados do mercado pelas editoras depois de “uma análise interna ter encontrado problemas significativos” com os livros. Estas como outras obras de Lehrer foram acusadas de uso inapropriado de factos e citações, plágio de comunicados de imprensa e obras autoradas, e de reciclagem de outros trabalhos publicados. Estas acusações, que surgiram em consequência do escândalo pela fabricação de citações de Bob Dylan em “Imagine”, levaram Lehrer a demitir-se do The New Yorker (a 30 de Julho de 2012) assim como à quebra do vínculo com a Wired.com (a 31 de Agosto de 2012).

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